I wanted to find somewhere to hide
And i opened up and left those fears inside
And i wanted to be in near on this
Only to find that there was noone there but me
But i woke up to real life
And i realised its not worth running from anymore
When there was nowhere left to hide i found out
That nothings real here but i wont stop now until i find a
Better part of me
I let those hard days get me down
And all the things i hate got in my way
I could of screamed without a sound
I found myself silenced by those things they say
But i woke up to real life
And i realised its not worth running from anymore
When there was nowhere left to hide i found out
That nothings real here but i wont stop now until i find a
Better part of me
Thats out there somewhere
And it cant be that far away
Thats where ill find myself
And ill find my way out
Thats where ill find out
But i woke up to real life
And i realised its not worth running from anymore
When there was nowhere left to hide i found out
That nothings real here but i wont stop now until i find a
Better part of me
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Encontros e Desencontros.
Quem nunca se viu em situações inusitadas? Ou momentos na vida em que nada está bom e nada dá certo, mas, por sempre seguir suas razões e seus princípios, continua a ser a mesma pessoa e a fazer o bem sem olhar a quem.
Mesmo tendo sofrido muito por alguém que eu achava que era bom pra mim, por dar mais do que o que ele merecia e do que eu poderia propor, por dar mais de mim a ele do que a mim mesma, eu fiz tudo o que fiz de coração, por não querer ver o mal dele.
Após descobrir mentiras, descobrir que eu estava sendo enganada da forma mais ridícula possível, eu deixei pra lá. Não vou brigar, não vou xingar ou me rebaixar por ninguém, o que eu tenho que fazer é seguir em frente, e vê que tudo o que eu fiz de bom um dia volta em dobro pra mim.
E é o que está acontecendo, pelo menos eu acho que está, estou tão bem, mais tão bem, que mesmo os mais “graves” dos problemas não abalam minha felicidade. Só aparece coisa boa, pessoas boas, momentos bons.
E às vezes as coisas são tão inusitadas que aparecem tudo de uma vez, e eu me vejo tendo que fazer escolhas sobre momentos da minha vida, sobre pessoas, e eu vejo que isso é um retorno do que eu plantei. Tudo bem que eu me vejo num labirinto, onde eu olho pra um lado e para o outro e tento fazer a melhor opção, para vê aonde vai dar a minha escolha. No entanto, eu me vejo parada esperando o momento certo para tomar tal decisão, mas, uma coisa é certa, mesmo indecisa, mesmo tendo que escolher, eu estou muito feliz. E curto este momento como se fosse o último.
Por mais que sejam os desencontros da minha vida, estou sabendo achar todos os “encontros” e aproveitá-los.
=*
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Música de Hoje - The Only Exception
When I was younger I saw my daddy
Cry and curse at the wind.
He broke his own heart and
I watched as he tried to re-assemble it.
And my mamma swore she would
Never let herself forget.
And that was the day that I promised
I'd never sing of love if does not exist.
But darling...
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
Maybe I know somewhere deep in
My soul that love never lasts.
And we've got to find other ways
To make it alone or keep a straight face.
And I've always lived like this
Keeping a comfortable, distance.
And up until now I swored to myself
That I'm content with loneliness,
'Cause none of it was ever worth the risk.
But you are the only exception
But you are the only exception
But you are the only exception
But you are the only exception
I've got a tight grip on reality,
But I can't let go of whats part of me here.
I know you're leaving tomorrow, when you wake up,
Leave me of some kind of proof it's not a dream.
Whooa..
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
And I'm on my way to believing
And I'm on my way to believing
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Coisas que não dá pra entender.
Estou terminando a minha pós-graduação e preparação à Magistratura (carreira de juiz), e praticamente esse período de pós eu tive que revisar várias matérias que eu vi no decorrer dos cinco anos de graduação, bem como estudar outras matérias que eu nunca tinha visto na vida. Tudo bem. O estranho é você, no fim do curso de pós ter que pagar uma cadeira chamada Teoria Geral do Direito. Depois de você passar pelo turbilhão de informações durante 18 meses, você ainda tem que chegar no fim do curso tendo que estudar como o direito chegou até os primórdios de hoje, passando por características da biológica. Sim, aprendi isso ontem na aula. Rsrs Novidade pra mim.
Agora, eu pergunto, tem alguma noção você ter que pagar uma cadeira dessas no fim do curso? O mais lógico seria no começo, onde, nós, advogados ou bacharéis em direito, tem que ter uma noção, pelo menos básica de como tudo começou, de como funciona o organograma do direito.
Nossa, a aula pra mim ontem foi a viagem das viagens, fora a fome que me perseguia, tinha que tentar me concentrar pra entender como o direito antigo influenciou o nosso direito hoje em dia, bem como a diferença entre ciência do direito e direito positivo.
Abril termina esse meu martírio de aulas nas sextas e ainda de teoria geral do direito. Não sei o que é pior, terças estar estudando Processo Penal III ou nas sextas, teoria geral do direito. Ô saco.
Ainda em fase de recuperação da maldita amidalite/gengivite.
=*
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Desastre à vista. Momento cozinha.
Normalmente, nós mulheres, temos aquele dom de donas de casa, saber cozinhar, passar, arrumar, etc. Sinceramente, eu sou uma exceção a isso. Sempre me achei desastrada, mas, ultimamente, tenho piorado. Cheguei a esse ponto. A última? Consegui desandar uma sopa, mas não era uma sopa qualquer, eram aquelas sopas já pré-prontas, o famoso sopão. Eu atingi o meu alto nível de desastre, conseguindo deixar uma sopa que é simples de fazer, incrivelmente terrível. Como consegui? Porque eu não prestei atenção a toda à seqüência que tem que seguir para o preparo desse prato. E consegui "queimar" certas coisas. Situação. rsrs
Não sei se foi pelo fato de eu estar doente, e lógico que isso não é uma desculpa lá das melhores, mas, minha atenção estava toda focada na caminha que me aguardava, e o fato de ter que preparar algo para comer me deixava aflita, pois, em dias comuns, eu já não sou lá essas coisas na cozinha, pior doente né? Sabia que algo não ia ficar lá essas coisas. Engraçado que meu pai resolveu me acompanhar nesse jantar muito tosco só pra não desmerecer meu esforço. Tomou toda a sopa. Pra mim, não estava lá essas coisas, mas, pelo comentário dele, “sopa muito boa”. Bom, pensei que seria até tiração de onda da parte dele, mas ele realmente tomou aquela coisa chamada sopa quase toda. Rsrs pai é pai, só pode.
Nunca consegui me esquecer de um fato muito engraçado que aconteceu quando eu tinha uns 11 ou 12 anos. Eu, querendo ajudar minha mãe na cozinha (perigo à vista), resolvi me oferecer para levar à mesa o único prato do jantar que ela tinha preparado, uma batata doce com carne - se eu não me engano, era esse o prato. Ela me deu todas as recomendações, pediu pra eu ter cuidado, pois o prato ainda tava meio quente, e para NÃO derrubar nada no chão. Bom, qual foi o resultado? Ao sair da cozinha e me dirigir a sala de jantar, eu não sei o que aconteceu, eu só me tropeçando e caindo no chão, derrubando tudo o que tava em minhas mãos, levando o jantar todo por água a baixo. Nossa, pior que a cena foi engraçada, porque eu tive que escutar todas as recomendações do mundo, pois, minha mãe sabia o quão desastrada eu sou, e queria que eu ficasse atenta para que nada acontecesse e eu colocasse o jantar a perder. Mas, tais recomendações não adiantaram muito, uma vez desastrada, sempre desastrada. Não tem como.
Mas calma, eu também não sou um zero a esquerda na cozinha, só que para preparar algo eu tenho que ta muito inspirada, e me concentrar pra não fazer besteira. Tem umas duas semanas que uma amiga comentou comigo que eu nunca mais tinha feito para o pessoal uma sobremesa que só eu faço, e que tava com vontade de comer. E lá vai eu pensar e pensar pra vê se tomo coragem pra fazer essa danada sobremesa, que, pelo o que eu me lembro, tem uns 3 anos que eu não faço. rsrs
Eu tento não ser tão desastrada, mas, como eu sempre digo, faz parte do meu ser, sem essa característica eu perco a graça! kkkkkk (olha o nível da desculpa).
=*
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Relatos de um Carnaval... nao muito bom.
Depois de tantas programações, de trabalhos adiantados, sem preocupação com nada, nem com ninguém, o que tem que acontecer? Ficar doente logo durante o período de carnaval. Não que eu goste de carnaval, coisa que eu não gosto. Mas, imaginar passar cinco dias podendo curtir, sair, dormir tarde, etc, estava me fazendo “curtir” essa época de carnaval, principalmente depois de tudo o que eu passei de junho até dezembro de 2009. Precisava dessa distração louca que se tem durante o carnaval.
Mas, como eu acho que meu santo não deve gostar muito desse clima de carnaval, pois uma amidalite das brabas me pega de jeito, me deixando de cama exatamente em plena sexta-feira de carnaval, logo após de terminar uma reclamação trabalhista de grande importância. Jurando que era só um mau estar, resolvi ir pra casa ao invés de sair direto pra me encontrar com uns amigos. Qual foi o resultado? Febre. Ou seja, planos pra sexta a noite totalmente foram por água abaixo. Tudo bem, no sábado eu estaria melhor. Engano meu. Sábado estava pior do que no dia anterior. Até meus cabelos doíam. Tudo dói. E eu jurando que ia estar em Olinda, curtindo com meus amigos, o primeiro carnaval da minha vida – sim, 25 anos, e nunca curti o carnaval de Olinda, não vou mentir. Cama o dia inteiro.
Como pai é pai e mãe é mãe. Ambos totalmente preocupados comigo, e não paravam de ligar pra saber como eu tava, pois, eu estava sozinha em casa, visto que, como minha tia do RJ está aqui em Recife, levaram-na pra Porto, e como eu fiquei meio mal na sexta, resolvi ficar, e disse que iria para Porto no sábado à tarde ou domingo de manhã. Bom, como nada de melhorar, meu pai resolve voltar pra casa, atrasando a viagem dele pra Argentina por minha causa. Mesmo eu estando a base de antibiótico desde o sábado, nada de melhora. Domingo mais uma vez, cama. Nada de melhora. Para completar minha angustia, segunda eu ainda consegui acordar pior do que eu já estava. A garganta ardia de dor, os dentes doíam, a boca mal abria. Para escovar os dentes, nossa, as lagrimas caíam junto com o sangue da gengiva – e não é drama não, tudo inflamado e doendo. Bem, não agüentei, fui direto pra uma emergência, pois, não agüentava mais sentir tanta dor, me entupir de remédios e nada de melhorar, vendo os dias irem passando, e só na cama e assistindo TV, vendo a galera ligar e chamar pra sair e eu sem poder falar direito e explicar o motivo de ter que ficar em casa. Saco! Ninguém merece, né!
Segunda-feira, rumo à emergência do hospital português. Forças? ZERO. Meu corpo só pedia cama. Tudo bem, até pensei e desejei ficar hospitalizada, pois eu não agüentava mais olhar para as paredes do meu quarto por mais um dia, e ficar vendo as mesmas programações de carnaval que passava na televisão. Desejei ser House e tomar Vicodin (que é um forte analgésico, composto de uma combinação de paracetamol e hidrocodona) para vê se a maldita dor passava, porque estava se tornando insuportável. Exagero né? Mas, peloamordedeus, não agüentava mais não poder sair de casa, sentir dor até pra abrir a boca e ainda sofrer para escovar os dentes. Não dá!!
Durante a consulta, mal abri a boca e a médica faz “xiii”. E eu logo me desespero “puta merda, que merda eu tenho na boca?”. Ela disse que a bactéria que causa a amidalite resolveu atacar minha querida gengiva, fazendo que eu desenvolvesse uma puta gengivite. Ou seja, meu carnaval se resumiu a ficar em casa tratando de uma amidalite punk e de uma gengivite decorrente da amidalite. Além de eu ter que ter que trocar todos os meus remédios, inclusive, o antibiótico. Lá vai eu gastar mais grana comprando remédios. Merda.
Mas, pelo menos valeu a pena, ontem, no fim da tarde comecei a me sentir melhor, pelo menos a dor no corpo foi embora, e a dor na garganta já tinha diminuído. Agora, é só uma questão de tempo para tudo voltar ao normal.
Mas, pelo menos valeu a pena, ontem, no fim da tarde comecei a me sentir melhor, pelo menos a dor no corpo foi embora, e a dor na garganta já tinha diminuído. Agora, é só uma questão de tempo para tudo voltar ao normal.
O que vai acontecer em seguida? Tentar ficar boa dessa amidalite que sempre me persegue, e se não ficar boa, cirurgia. Merda merda e merda.
Carnaval “movimentado” esse.
Só podem ter me jogado uma boa e grande praga, porque, assim, eu nunca fiquei.
Mas, como eu sempre tiro algo positivo de tudo na vida, há males que vem pra bem, e de alguma forma, esses dias parada em casa, me fizerem ver quem se preocupa comigo, e que certas coisas não valem a pena dar continuidade por mera comodidade. Tudo é uma questão de tempo e de adaptação, uma hora, o timing se encaixa perfeitamente. O que eu não deixo de ter é minha consciência tranqüila com relação as minhas atitudes.
Bom, para quem curtiu o carnaval, espero que tenham aproveitado por mim.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Descobri o quanto eu sou orgulhosa no que diz respeito aos meus sentimentos mais profundos. :(
Não consigo admitir o quanto eu sou ciumenta, e o quanto eu sinto saudades.
Me descubro a cada dia. É um choque diario de auto-conhecimento.
Não acho que foi mera coincidência eu ter ficado doente exatamente as 19h da sexta feira, dia 12.02.
Tentando desvendar os miestérios do meu "eu". Tentando ainda me entender em vários angulos.
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