quarta-feira, 7 de maio de 2008

Já se apaixonou?

Já se apaixonou antes? Tanto que sofreu demais por alguém? Ou que não entende como é que tanto sentimento poderia caber dentro de você e que só deseja, até aquele momento, ter única e exclusivamente uma pessoa só? Tanto que, não queremos saber se a pessoa é ou não bonita, mas a paixão é tão forte que você se sente atraída de uma forma que só pensa nela e só quer ela!

Eu gostaria de escolher os momentos para me apaixonar. Estranho não? Pra mim, ficar apaixonada quando estou vulnerável é ruim. Eu me entrego de uma forma que eu não vejo as conseqüências. O meu lado racional não funciona. E simplesmente eu odeio quando isso acontece.

Me apaixonei recentemente - 6 meses atrás - e foi uma coisa terrível. Estava vulnerável, carente, sozinha, meio sem rumo na vida, e conheço certo alguém que me dá certa paz e tranqüilidade. Mas, ao invés de agir como sempre faço, com cautela, não. Não escuto o meu lado racional, e me deixo envolver. Resultado: apaixonada e sozinha. E pra piorar a situação, não demorou muito para ele arrumar uma namorada. E o que aconteceu comigo? Me sentir a pior. Achando que ninguém ia me querer.

Ninguém pode escolher quando, onde e por quem vai se apaixonar. Simplesmente acontece. Pode ser por um olhar, um toque, um sorriso, um beijo, nunca sabemos ao certo. Pode até ser tudo isso junto. Mas acontece, e querendo ou não a gente tem que estar preparada.

No momento, eu estou me fechando para qualquer tipo de envolvimento. Depois do ultimo acontecido, eu não quero sofrer novamente e me enganar como me enganei. Posso dizer que criei esperança demais em uma pessoa que se fazia grande demais pra mim. Mas quando eu vi, eu era grande demais pra ele. Eu sou boa demais pra ele. Não ao contrário.

Aprendi que eu tenho que ser como sou. Não mudo por causa de ninguém. Posso me adaptar, mas mudar, não. Não deixo as minhas manias – e são muitas. Não abro mal do meu jeito doido de ser e principalmente dos meus amigos – são a minha base, o meu ser, a minha essência. Não abro mão do meu gênio forte e decidido – por mais que, às vezes eu me sinta insegura para determinados assuntos, eu tenho um gênio que sai de perto, e gosto dele. Não abro mão do meu lado criança de ser. Não abro mão de ser mandona em certas ocasiões. Sou eu, e ponto.
Aprendi a gostar de mim desse jeito mesmo.

Não gosto de pessoas que tentam se adaptar para estar com alguém, tanto que, tende a mentir com relação a certas coisas. Mas, isso é um outro assunto, que comento no próximo post.

Mudar por causa de alguém vale à pena??
Cada um pensa de uma forma. Agi de uma forma. Vive de uma forma.

=**