Sabe-se lá o porquê que a vida nos permite tantos encontros e desencontros. Normalmente, engrenados por um misterioso destino. E, certo dia, os olhares se cruzam como se fosse um reencontro. E assim, vamos deixando nos levar pelas impressões, como mero barco à deriva. Sonhando, imaginando, deixando a correnteza ir levando.
Sabem-se lá os motivos que esses sonhos são alimentados, fazendo assim, um cotidiano cansativo, alimentando esse sonho. Procuramos por algo. Estrelas. Luz do dia. Luz da lua. Acabamos delirando.
Conseqüentemente, nos deixamos levar pelos nossos atos, mas isso faz com que aprendemos novos passos, para que assim, evoluímos.
Vamos deixando-nos levar por nossas sensações, como se fossem folhas ao sabor do vento. Desejando, sempre.
Não sabemos as razões, mas esses desejos nos impulsionam nossa vida, e por causa deles nos movemos sem perceber. Agimos.
No entanto, vamos deixando-nos levar por nossas motivações. Deixando que a ação nos conduza para a evolução sem pensar, nada teremos transformado. E, de tudo, restarão apenas às circunvoluções em um salão vazio.
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