Eu detesto interrupções, especialmente quando estou fazendo algo importante. Aliás, quando se faz algo importante qualquer coisa é uma interrupção. Como diz Tillie Olsen, a distração, a interrupção e a intermitência, algumas vezes parecem ser nosso destino.
É muito difícil juntar o progresso da nossa vida com o progresso do nosso trabalho. Mas quando isso acontece é maravilhoso.
Um dos motivos pelos quais a “meditação”, a “continuidade”, e a “labuta constante” não tem sido possíveis é que não acreditamos ser merecedores do tempo necessário para fazer nosso próprio trabalho. Assim, como uma viciada, mergulhada em seu egoísmo, perde contato consigo, a pessoa viciada em trabalho, mergulha no vicio e perde contato com o próprio trabalho.
Quando confio em meu progresso, confio no progresso do meu trabalho.
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