sábado, 29 de agosto de 2009

Interrupções

“É a distração, não a mediação, que se torna habitual; a interrupção, não a continuidade; a intermitência, não a labuta constante”. Tille Olsen.


Eu detesto interrupções, especialmente quando estou fazendo algo importante. Aliás, quando se faz algo importante qualquer coisa é uma interrupção. Como diz Tillie Olsen, a distração, a interrupção e a intermitência, algumas vezes parecem ser nosso destino.


É muito difícil juntar o progresso da nossa vida com o progresso do nosso trabalho. Mas quando isso acontece é maravilhoso.

Um dos motivos pelos quais a “meditação”, a “continuidade”, e a “labuta constante” não tem sido possíveis é que não acreditamos ser merecedores do tempo necessário para fazer nosso próprio trabalho. Assim, como uma viciada, mergulhada em seu egoísmo, perde contato consigo, a pessoa viciada em trabalho, mergulha no vicio e perde contato com o próprio trabalho.

Quando confio em meu progresso, confio no progresso do meu trabalho.

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